Teoria da Conspiração no Nepal

Olá crianças,

Cinco médicos saíram do Brasil na quarta-feira dia 29/04 e chegaram em Kathmandu na sexta-feira de manhã, dia 1º de maio. Conseguiram uma licença para trabalhar lá e se juntaram a outros pequenos grupos locais. A ideia é prestar apoio aos hospitais da capital e eventualmente partir numa missão curta para atender vilarejos mais distantes. Entre eles, Maria Luiza Christovão, uma das minhas alunas mais antigas; uma das primeiras a acreditar nos cursos de Kabbalah e Astrologia e utilizá-los para impulsionar sua Verdadeira Vontade, que é a cura. Minha irmã de terreiro e em várias outras ordens. Malu é a mais experiente do grupo. Cirurgiã plástica da Unicamp há mais de vinte anos é Mestre e Doutora, trabalha com a ONG Expedicionários da Saúde em projetos na Amazônia e já atuou junto aos voluntários do Sertão.

Ela nos mandou esta mensagem de la:

“Eu ouvi e senti a Terra rugir e tremer num vilarejo no Nepal. Eram apenas os tremores secundários. Tive um medo visceral por alguns segundos. A paisagem é de montanhas altas, verdes e íngremes, com a terra cultivada em degraus, abraçando um vale banhado por um rio gelado e cristalino. O Sol e o dourado do trigo geometricamente cultivado iluminam e amplificam a majestade da mãe Natureza. Centenas de pedras cinzas empilhadas cobertas por um teto de zinco foram há alguns dias atrás o lar de famílias que reconheço pelas roupas ainda no varal. Meu peito dói. Na estrada busco e encontro olhares doces e sorrisos fáceis. As roupas coloridas e típicas trazem mais vida às imagens que me assombram. O imenso contraste entre o poder de criar e destruir da Natureza é suavizado pela índole de um povo sereno e que não inspira dó. Inspira solidariedade. A amizade fácil dos médicos nepaleses, a força e prontidão para ajudar dos sherpas que nos acompanharam e a serenidade do povo me faz acreditar que a reconstrução é possível. Eu estimulo a adolescente tímida que nos ajudava nas traduções a convocar seus amigos e professora para que as aulas voltem. Depois da comida, cuidado médico e abrigo, achei que a escola seria o mais importante. Receber gratidão é bom, mas sentir é melhor e assim eu me sinto agora por toda ajuda, bênção enviada, que certamente recebi, e pelo espírito fraterno que vivi. Se alguém quiser participar pode doar ao projeto que foi criado por quem idealizou essa ajuda brasileira para o Nepal. Resta uma sensação de que há muito trabalho a fazer. Obrigada, muito, muito obrigada”

Todos nós, leitores e fãs do Teoria da Conspiração, podemos ajudar a patrocinar este projeto. Leia atentamente, colabore e repasse para o maior número de pessoas que puderem. Se você é maçom ou demolay, imprima e leve em sua loja/capítulo e peça para destinarem um Tronco de Beneficência para este Projeto.

Clique aqui para Ajudar a Conexão Brasil-Nepal

#Hospitalaria

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