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Alquimia Taoísta


Assim como possuíamos a Alquimia no Ocidente, há também a Alquimia no Oriente, mais conhecida como Alquimia Taoísta. Nesta, a procura simbólica é pelo elixir da imortalidade, enquanto naquela a procura é pela fórmula da transformação do “chumbo em ouro”. Simbolismos diferentes para designar a mesma busca.

A Alquimia Chinesa é baseada nos princípios inicialmente expostos nos textos Taoístas sobre a relação do Tao e das Dez Mil Coisas (o Diagrama do Grande Princípio Primordial), ou o Absoluto e o Relativo. Seus ensinamentos e práticas se concentram na ideia do elixir, geralmente referido como o Elixir Dourado (jindan).

Em suas práticas, a elaboração do elixir possui dois significados principais. No primeiro, o elixir é obtido atraves do aquecimento de seus ingredientes em um cadinho. Essa prática, bem como o ramo da alquimia ao qual ela está associada se chama “waidan“, ou a “alquimia externa“, que envolve o cultivo e a ingestação de ervas e de minerais medicinais.


No segundo, os ingredientes do elixir são os principais componentes do cosmo e do ser humano, e todo o processo alquímico ocorre dentro do indivíduo. Essa segunda prática – que se utiliza de alguns métodos de meditação taoísta e das técnicas fisiológicas de auto-conservação -, bem como o seu ramo alquímico correspondente, chama-se “neidan“, ou a “alquimia interna“, e envolve o cultivo e a circulação dos Três Tesouros da Vida: Jing, Qi e Shen.

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